quinta-feira, 17 de março de 2022

REMADORA GISELE FREITAS

Gisele Freitas é remadora e destaca-se por sua experiência, parceria, seriedade, dentre outras qualidades. Além disso, ela é mãe e esposa, o que torna a mais madura e comprometida com seus afazeres e responsabilidades.

Ela remou no Rio de Janeiro, onde obteve vitórias e viveu momentos felizes, como na fotografia abaixo, quando venceu a prova de four skiff estreantes.


Foto: Arquivo pessoal

Gisele conta um pouco da sua carreira no remo: "Comecei a remar em 2001. Tinha uma amiga da escola que remava no Flamengo e um dia fui lá buscar um trabalho da escola. O Rodney Júnior me chamou para começar na escolinha pois o Flamengo precisava de meninas".
Na foto abaixo, Gisele está com o técnico Marcão.
                                    Foto: Arquivo pessoal

"No período em que estive no Vasco, o técnico da seleção brasileira, José Oyazerbal fez um camping do feminino que durou duas semanas e eu tive a oportunidade de participar".
Na foto abaixo, Gisele compete na proa do double peso leve.


Foto: Arquivo pessoal


Foto: Arquivo pessoal

Acima, no oito pelo Vasco da Gama em 2008, e abaixo, no single skiff, na eliminatória do Campeonato Brasileiro, no ano de 2009.

Foto: Arquivo pessoal


Foto: Arquivo pessoal


Foto: Arquivo pessoal


Foto: Arquivo pessoal

Acima, fotos que mostram um pouco da provas que Gisele participou e abaixo, o double skiff júnior, na primeira participação no Campeonato Brasileiro de remo.

Foto: Arquivo pessoal

"No ano de 2004 fiz parte do four skiff sênior no Campeonato Brasileiro  e vencemos o páreo.
Em setembro de 2010 engravidei do Matheus (meu primeiro filho) e parei. Retornei em julho de 2011 e comecei a competir pelo Clube de Regatas Saldanha da Gama do Espírito Santo (primeiro clube do marido). Competi o estadual onde ganhamos o double sênior e fiquei em terceiro no skiff sênior. Competi no final de 2011 a copa norte e nordeste em Recife no four skiff sênior onde ficamos em terceiro lugar.
Em junho de 2020 voltei a remar em Florianópolis pelo Riachuelo. Como fui parar neste clube? Através do marido né... (RISOS), que foi contratado como treinador do clube.
O remo que deu a minha família, então sou muito grata, além de ser apaixonada por este esporte. Aqui, tive a oportunidade de me juntar a equipe feminina e em 2021 começar a competir. A primeira prova foi o double sênior com a Andreza e ficamos na segunda colocação.
Depois competi no four skiff e ficamos em segundo.
Posteriormente, competi no quatro sem timoneira e fomos campeãs".

FOTO: Renato Müller

Acima está o quatro sem, que foi campeão catarinense em 2021. Da esquerda para a direita: Gisele, Andreza, Samanta e Layla.

"Depois, eu participei do single skiff e fiquei em quarto lugar.
Além disso, participei do Campeonato Brasileiro de Remo, na provas do dois sem timoneira, com a Andreza Borges e ficamos na quarta colocação e também participamos do oito, ficando com a quinta colocação".

                            FOTO: Renato Müller

Acima, Gisele (à esquerda), e Andreza treinam em Florianópolis, em 2021.

A seguir, outras fotos com Gisele, representando o Clube Náutico Riachuelo.

FOTO: Renato Müller

Na foto anterior, Gisele, em primeiro plano e Andreza, preparam-se para a prova do dois sem, no Campeonato Brasileiro de Remo, no Rio de Janeiro, em 2021. 


FOTO: Renato Müller

Na foto acima, Gisele e Andreza, indo para a a largada da prova, no Rio de Janeiro, em 2021.
Na foto abaixo, antes da prova, o momento é de ansiedade e concentração.

FOTO: Renato Müller


"Esse ano começamos com o pé direito, ganhando nossa primeira prova, o four skiff e pretendo fazer com que fiquemos invictas".

FOTO: Renato Müller

Acima, o momento em que as atletas entram no barco e iniciam os procedimentos que antecedem a prova em que conseguiram a vitória no Campeonato Catarinense de Remo, em 2022.

FOTO: Renato Müller

A foto acima mostra o instante em que elas estão retirando o barco da água, após a prova, em 2022, em Florianópolis.
Abaixo, as campeãs são fotografadas por vários ângulos.

FOTO: Renato Müller


Abaixo: alegria, orgulho, parceria, cumplicidade, amizade, merecimento, afinal, elas são Campeãs Catarinenses.

FOTO: Renato Müller



                 
                            FOTO: Arquivo pessoal

Acima, foto com a equipe do Clube Náutico Riachuelo.

Abaixo, estão algumas das medalhas conquistadas pela Gisele. E que venham mais vitórias, títulos  e medalhas, afinal, ela merece!

                
                            FOTO: Arquivo Pessoal


terça-feira, 15 de março de 2022

REMADOR GUSTAVO ELLER

Entrei no remo, em busca de uma atividade física que me auxiliasse a superar um problema respiratório, sem muito objetivo dentro do esporte, apenas por lazer

Gustavo conta sua história no remo:

"Em 2015 comecei a treinar junto com outros novatos para disputar copa catarinense de estreantes, com provas de quatro com, four skiff e double skiff, onde o Riachuelo venceu todas elas, fiz parte do quatro com e do four skiff. Também em 2015 disputei o campeonato estadual Júnior, na prova de double skiff, conquistando a segunda colocação.

No ano de 2016 fiz parte da equipe júnior e disputei as provas de  double skiff, obtendo a segunda colocação; no four skiff e no oito fiquei com a medalha de ouro. Neste mesmo ano, participei do oito sênior, ficando com a medalha de bronze.

Em 2017, ainda na categoria júnior fiquei com a prata no double skiff júnior;  ganhei duas vezes a prova do four skiff júnior e o oito júnior, além de uma quarta colocação no four skiff júnior na copa Sul.

No ano de 2018 eu comecei a competir em provas sub 23, sênior e peso leve, conquistando bronze nas seguintes provas: quatro sem peso leve, double peso leve e duas vezes no dois sem peso leve e no dois sem sub 23, outro bronze no single skiff peso leve, além de uma quarta colocação  nos jogos abertos no skiff sênior.

Em 2019 continuei disputando nas mesmas categorias no campeonato estadual, conquistando o ouro no double skiff sub 23 além de pratas no quatro sem sênior, double skiff sub 23, double skiff peso leve, skiff sub 23 e no oito sênior. Nos jogos abertos fui prata no double peso leve e bronze no quatro sem peso leve, além de uma quarta colocação no double skiff sub 23 no campeonato brasileiro de barcos longos.

Ainda em 2019 iniciei como auxiliar técnico da escola de remo do Riachuelo, além de auxiliar com a pré equipe (no qual já ajudava recorrentemente em 2018), junto com a formação acadêmica escolhida por conta do meu envolvimento com esporte desde sempre

No ano de 2020, meu treinamento visando o campeonato brasileiro de barcos curtos para a prova de dois sem timoneiro sub 23 foi interrompido por conta de uma lesão na perna, e na sequência um acidente ocasionou em uma lesão no braço. Com a chegada da pandemia, encerrei minha parte competitiva, ficando somente com a parte de auxiliar técnico até os dias de hoje.

Em 2021, voltei a competir, obtendo a medalha de prata no oito sênior, no Campeonato Catarinense de Remo.

FOTO: RENATO MÜLLER

Acima está a foto do oito sênior, vice campeão catarinense de 2021, que auxiliou o Clube Náutico Riachuelo a conquistar o título de Campeão Catarinense de Remo, nesta mesma categoria e ano.


FOTO: RENATO MÜLLER

Na foto acima, Gustavo Eller é o quarto, da esquerda para a direita, em pé, usando uma camisa azul, em tom mais claro. Esta é a equipe que participou da primeira etapa do Campeonato Catarinense de Remo de 2022.

REMADORA LUANA

Luana é uma atleta que iniciou no remo recentemente, mas que conseguiu alcançar bons resultados, em pouco tempo.

                                FOTO: RENATO MÜLLER

"Fui procurar o remo porque uma conhecida minha havia me contado sobre a primeira competição dela e do quanto era divertido remar. Ela estava indo embora de Florianópolis e falou que uma das coisas que mais sentiria falta era do remo. Aquilo me deixou bastante curiosa; deveria ser realmente divertido remar. E fui atrás fazer um aula experimental e gostei. Na realidade achei bem desafiador.
Comecei em 2021 e logo quis entrar na equipe feminina. Todos falavam sobre como elas treinavam bem firme e eram muito boas.

                                FOTO: RENATO MÜLLER


E assim os desafios foram só aumentando, e isso me deixava cada vez mais animada. Veio a primeira regata, na prova de double misto estreante; eu ainda não sabia muito bem o que era dar um tiro, e acho que congelei e não me saí muito bem, ficamos em quinto".

                                    FOTO: RENATO MÜLLER

Às vezes, a maré baixa e dificulta a colocação do barco na água, mas esse detalhe não é suficiente para impedir o treinamento. (Foto acima)

Luana (á esquerda), treina com Samanta, para o Campeonato Brasileiro. (Foto abaixo)


                                FOTO: RENATO MÜLLER    

"Alguns meses depois comecei a treinar no oito para o campeonato brasileiro e aí sim me senti mais presente durante a prova. Estar lá no meio de tantas pessoas incríveis do remo era muito privilégio, acho que essa foi a principal sensação, de me sentir sortuda e de estar vivenciando algo tão importante, logo nos meus primeiros meses de equipe".

                                 FOTO: RENATO MÜLLER
A foto acima foi tirada no Rio de Janeiro, durante o Campeonato Brasileiro, no momento em que o barco era carregado para iniciar o treinamento.

Na foto a seguir, um dos poucos treinos do oito, com a guarnição completa.


                                    FOTO: RENATO MÜLLER

Abaixo, a guarnição deixa o local de embarque, rumo ao local onde a saída da prova será efetuada. Este é um momento de concentração e ansiedade.

                            FOTO: RENATO MÜLLER

                                FOTO: RENATO MÜLLER

Na foto anterior, observa-se o oito, disputando posição, próximo da linha de chegada. Apesar do esforço, as nossas meninas não conseguiram chegar ao pódio.

                                FOTO: RENATO MÜLLER

Acima, Luana (à direita), assiste outros páreos, ao lado de Júlia e Samanta, no Campeonato Brasileiro de Remo, no Rio de Janeiro.

A minha terceira prova foi em 2022, no four skiff, com pouco mais de um ano de remo e agora sim, eu estava muito focada e querendo muito ganhar. Isso foi possível, juntamente com minhas companheiras de barco, que me ensinam muito todos os dias. Ganhamos a medalha de ouro. A minha primeira de muitas, assim eu espero!" (Nós também Luana, nós também!)

                                    FOTO: RENATO MÜLLER

Dias antes da regata, Luana e Layla são gravadas treinando nas máquinas, para a reportagem da NDTV, que foi exibida para divulgar o campeonato catarinense.


                                    FOTO: RENATO MÜLLER

Na foto acima, o four skiff está sendo colocado na água para ir até a largada.


                                    FOTO: RENATO MÜLLER

Acima, alguns ajustes antes de começar a remar.

Na foto abaixo, as remadoras fazem pose para fotos, exibindo o sorriso, pela vitória conquistada.


                                FOTO: RENATO MÜLLER


                                FOTO: RENATO MÜLLER

Acima: guarnição campeã! Precisa de mais comentários?

 
Foto: Arquivo Pessoal

Na foto acima, a equipe está reunida para um foto. Luana está agachada, próxima a bandeira do Riachuelo.

Luana tem demonstrado muita dedicação e determinação, e essas são características de uma atleta campeã.






















domingo, 13 de março de 2022

REMADORA LAYLA BORGES

Layla é uma atleta da categoria adulta, que ainda é nova, mas com participações em competições dentro e fora de Florianópolis.

Competiu em Porto Alegre, Blumenau, Rio de Janeiro e obteve vitórias e pódios significativos.

De acordo com a atleta, ela iniciou em 2018, entre os meses de junho e julho, tendo sido levada ao clube por um amiga, que posteriormente parou de remar, enquanto ela (Layla) permaneceu treinando.

A primeira prova que competiu foi single skiff júnior "A", na baía norte, em Florianópolis, onde ficou na quinta posição. Posteriormente, competiu o double skiff, também no campeonato estadual de Santa Catarina, obtendo a segunda colocação.

Participou e venceu no skiff e no quatro sem, no estadual, para depois, em outra regata, ficar com a segunda colocação. Posteriormente, treinou exaustivamente para o campeonato brasileiro, pois além dos treinos intensivos e cansativos, ela teve que perder alguns quilos, pois iria correr na categoria peso leve. De acordo com a atleta, ela treinava a qualquer horário com o objetivo de perder peso. O técnico Capí sempre queria "mais" da remadora e ela também.

No campeonato brasileiro de 2021, Layla obteve a terceira colocação no skiff peso leve, posição esta, que foi comemorada por todos da equipe. Depois veio a prova de four skiff e neste ano de 2022, ela remou no quatro sem.

A seguir, as fotos mostram um pouco dos momentos vivenciados, durante os treinamentos diários e também durante algumas das regatas que ela participou.


                
                            FOTO: Renato Müller

A foto acima mostra a atleta no barco single skiff, treinando em Florianópolis, na raia da baía sul.

Abaixo, Layla está em mais um treinamento, aguardando o momento de dar a largada para mais um descida de raia.

                
                            FOTO: Renato Müller

A seguir, o momento em que ela carrega os remos do single skiff, de volta para o clube, pois isso também faz parte da rotina do treinamento.

 FOTO: Renato Müller

Layla conta: "Tenho três anos de remo, e só remei no Riachuelo. Depois que eu descobri que meu bisavô também remou no Riachuelo. A minha família incentiva bastante, principalmente o meu "bizo" (bisavô). Tem um quadro com uma fotografia de uma guarnição que fiz parte e foi campeã estadual e eu quis homenagear ele e dei o quadro de presente para ele. E todos que passam na casa dele, ele fala: minha neta, minha bisneta, competiram e ganharam...'. E ele fica todo feliz! E o sonho dele era o de ter remado no Rio de Janeiro; ele remou muitos anos, mas nunca saiu de Santa Catarina. E a homenagem à ele, foi ir para lá e trazer a medalha, isso foi incrível!"

A fotografia a seguir, foi batida, nos duzentos ou trezentos metros finais da prova de skiff, realizada no Campeonato Brasileiro, em 2021, na cidade do Rio de Janeiro.

                
                             FOTO: Renato Müller

Layla rema forte para ultrapassar a adversária e conquistar a terceira posição no Campeonato Brasileiro.

"Eu larguei atrás; a minha largada foi a pior de todas, comparada com as adversárias. Passado os quinhentos metros, uma começou a desistir, outra começou a desistir e eu fiquei em quarto lugar. Na minha cabeça, na altura dos mil metros, as adversárias estavam muito longe. E eu fui situar onde eu estava; olhei para trás, vi a Joice ao meu lado e quando olhei para a minha esquerda eu não vi a adversária, que pra mim estava mais longe. Como a Joice estava em terceiro lugar, para mim, eu tinha que buscar a Joice e não a outra adversária. Quando cheguei nos duzentos e cinquenta metros finais e olhei para minha esquerda, eu vi a menina do meu lado, com o "rabo dos olhos" eu vi  menina do meu lado esquerdo, na minha cabeça só passava que eu tinha que chegar em terceiro e não perder a bolsa. A principal motivação, além de conseguir uma melhor colocação e ser vista pelos treinadores do Flamengo, Botafogo, Vasco, era conseguir a bolsa atleta. Nos duzentos e cinquenta metros finais, basicamente, na minha cabeça era: preciso da bolsa, preciso da bolsa; e passei! Da quarta colocação para a terceira colocação e, da terceira colocação para a segunda colocação foi cerca de dois, três segundos. E a diferença para a primeira colocação foi cerca de cinco segundos, só que na água é muita coisa", comenta Layla.


                
                         FOTO: Renato Müller

Acima, vemos o sorriso de quem está satisfeita com a medalha de bronze,  no Campeonato Brasileiro.

Na foto abaixo, Layla abraça o técnico Thiago "Capí" Almeida, reconhecendo o esforço e ensinamento do treinador. Capí, também reconhece o esforço de sua atleta. Foi um belíssimo momento!

                
                             FOTO: Renato Müller


Na foto a seguir, nossa atleta literalmente se joga nos braços da mãe (Andreza), que também é remadora do Riachuelo. Mais um momento emocionante! A medalha de bronze no Campeonato Brasileiro foi um prêmio.

                        
                             FOTO: Renato Müller


A foto abaixo mostra Layla conferindo se a bandeira do Riachuelo está correta.

 
 FOTO: Renato Müller


                               
                             FOTO: Renato Müller

Na foto acima, Layla e a mamãe Andreza exibem a bandeira do Riachuelo, após a premiação.


Abaixo, o técnico Capí e Layla fazem pose após a premiação.

                
                         FOTO: Renato Müller

A foto que vem a seguir, Layla está com o cabelo amarelo ou dourado (se assim você preferir), e um corte diferente. Neste seu segundo dia de participação, ela rema na voga de um double skiff, com a atleta Ana Beatriz, que pertence a outro clube. 

                            FOTO: Renato Müller

Sobre esta prova Layla diz: "a menina tinha um ano e meio de remo e coloquei ela na voga e não ficou legal, depois coloquei ela na proa e ficou melhor. A gente treinou um ou dois dias, sendo que ficamos cerca de uma hora na água. No dia da prova eu falei para ela ficar tranquila, pois a gente nunca havia remado junto. Dava para ter pego o terceiro lugar, só que por inexperiência, uma raia de dois mil metros, uma atleta com uma cabeça diferente da minha, mas foi um resultado sensacional. Remar com uma pessoa diferente, de um clube diferente, foi uma experiência boa, um aprendizado bem diferente, foi muito bom.


 FOTO: Renato Müller

Com apenas um treino, essas duas remadoras foram para a prova, com muita garra e coragem.


                             FOTO: Renato Müller

A foto acima mostra que não faltou força para estas duas atletas.


                         FOTO: Renato Müller

A foto acima comprova que o páreo foi disputado e a chegada emocionante, mas, infelizmente, a medalha não veio.


 FOTO: Renato Müller

Exausta após cruzar a linha de chegada, no Rio de Janeiro, em 2021 (foto acima).


            
                         FOTO: Renato Müller

Depois de disputar duas provas em dois dias consecutivos, ainda era preciso treinar para a prova do dia seguinte (foto acima).

                         FOTO: Renato Müller
Andreza, Layla e Julia (nossa timoneira do oito), observam o desenrolar de outros páreos (foto acima).

                     FOTO: Renato Müller

Acima, Andreza, Julia e Layla conversam descontraidamente, enquanto, ajustam alguns detalhes na regulagem do barco, para a prova do dia seguinte.


                         FOTO: Renato Müller

Acima, o oito feminino treina no período da tarde, para a prova a ser realizada na manhã seguinte.

No terceiro dia de participação, Layla surge com o cabelo azul, da cor do Riachuelo (foto abaixo).

 FOTO: Renato Müller


O dia ensolarado e quente era mais um obstáculo e manter-se hidratada era fundamental (foto abaixo).

 FOTO: Renato Müller



 FOTO: Renato Müller

Guarnição pronta, para a disputa da prova do oito feminino. Layla, com seu cabelo azul, está remando na voga e a sua frente, está a timoneira Júlia (foto acima).

Em relação ao oito, Layla conta que: "foi uma coisa de última hora e a gente não estava esperando muito. A gente inscreveu o oito, mas não sabia se ia descer a raia. Era um barco misto e treinamos dois dias antes da prova. No dia anterior á prova trocamos duas posições, mudando a remadora da voga para a proa e vice-versa. E o barco ficou melhor, mas não ficou exatamente do jeito que a gente esperava. Por ter pessoas de clubes diferentes e estilos de remada diferentes e outras coisas atrapalharam; se tivéssemos um pouco mais de tempo, eu acredito que seria melhor. Mas a gente largou bem e viemos brigando até os mil, mil e quinhentos metros, com o barco do Vasco e as meninas do Rowing (eu acho). Depois o barco começou a 'morrer' e a gente chegou na quinta posição".

Layla determina o ritmo, mas o barco não rendeu o suficiente para chegar entre as medalhistas (foto abaixo).

 FOTO: Renato Müller


 FOTO: Renato Müller

Depois da prova, ao desembarcar, Layla tem um expressão de quem esperava um resultado melhor.

Abaixo, Layla está na voga (à direita), comemorando a vitória no campeonato estadual, em 2021.

 FOTO: Renato Müller

O ano de 2022 começou com a vitória na prova dom four skiff, na primeira etapa do campeonato catarinense. A foto abaixo é da guarnição campeã.

 FOTO: Renato Müller



Abaixo, um momento de descanso, afinal, ninguém é de ferro, certo?
 FOTO: Renato Müller





O RIACHUELO E EU (EM POUCAS PALAVRAS)

Fui timoneiro e remador! Fui conselheiro e atualmente sou diretor, sendo o segundo vice-presidente do Clube Náutico Riachuelo. Independente ...